Por Fabiano Ferreira / COEX

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ÓPERA DO PANDEIRO

Aconteceu na noite do último sábado (23) na Cidade de Alagoa Grande, o espetáculo teatral “A Ópera do Pandeiro”. Com direção de Mizael Batista e produção de Valdir Santos, servidor da COEX, o espetáculo encenou o nascimento, a vida e a morte de Jackson do Pandeiro. A montagem da peça proporcionou visibilidade aos artistas envolvidos com a cultura local.

Com cenários práticos e adereços diversificados, artistas da música, atores e dançarinos encenaram ao vivo durante 1h10m no Espaço Cultural (Antigo TG) o resgate da cultura nordestina e seus elementos regionais, e principalmente, a trajetória do rei do ritmo.
“É sempre uma honra poder dividir o palco com a história de Jackson do Pandeiro, esse ícone que tanto nos emocionou, ao mesmo tempo é uma satisfação em proporcionar uma visibilidade a nossa cidade e aos artistas envolvidos no espetáculo”, afirmou Mizael Batista, diretor da peça.

No local do espetáculo estiveram presentes profissionais da cultura paraibana, autoridades locais, representantes da Universidade Federal da Paraíba e o público em geral. Produtor cultural do espetáculo teatral “A Ópera do Pandeiro”, Valdir Santos ressaltou a importância de estender a inclusão da cultura nos municípios paraibanos: “A nossa responsabilidade sem dúvida aumenta, pois trabalhamos com a formação de elenco com pessoas da comunidade realizando ações para mostrar uma boa qualidade ao público. Essa peça entrará na programação das ações culturais do estado, e esperamos que até o mês de outubro possamos circula-la pelo Brasil”, comentou. Continue lendo

Por Kamila Katrine/COEX

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Cena do espetáculo

No próximo sábado (23) a cidade de Alagoa Grande proporcionará ao público local e aos visitantes o espetáculo “Ópera do Pandeiro”. O espetáculo objetiva contar a história de um dos nomes mais importantes da cultura paraibana, Jackson do Pandeiro e dar visibilidade aos artistas locais. A encenação acontecerá às 20h no Espaço Cultural (antigo TG).

A Ópera do Pandeiro, escrita e dirigida por Mizael Batista, é um espetáculo teatral composto por seis artistas da música e vinte atores dançarinos. O cenário é composto de diversos adereços que representam elementos da cultura nordestina. Durante um pouco mais de uma hora, o grupo narra a história do menino José e toda a trajetória percorrida até chegar ao estrelato, sendo então conhecido pelo nome de Jackson do Pandeiro. Continue lendo

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Professora Idelette Muzart Fonseca dos Santos

O Núcleo de Pesquisa e Documentação da Cultura Popular – NUPPO, convida o público em geral para prestigiar nesta sexta-feira (22) a partir das 10h na sala SODS do campus I da UFPB – Hall da Reitoria, a palestra “Ariano Suassuna: um intérprete do Brasil”. A palestrante será Idelette Muzart Fonseca dos Santos, professora da Université Paris Ouest Nanterre La Défense de Etudes Romanes, também dirige o Centre de recherches interdisciplinaires sur Le monde lusophone , CRILUs,. A professora IDELETTE MUZART é especialista em Ariano Suassuna e sobre as poéticas das oralidades tradicionais e das culturas populares .

A palestra abordará a vida e a obra de Ariano Suassuna. O evento conta com o apoio da PRAC/COEX, PROLING e MIVE.

Por Kamila Katrine/COEX

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Fonte: Assessoria do Grande Oriente do Brasil – PB

No dia 11 de agosto, representantes da Universidade Federal da Paraíba e do Movimento Internacional pela Paz em articulação com a prefeitura de João Pessoa e demais parlamentares, tornaram público à criação do Museu Internacional da Paz. O Museu será implantado no Centro Integrado de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR) e no Núcleo de Processamento de Alimentos (NUPPA), da Universidade Federal da Paraíba.

Na segunda-feira passada, (11), o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, recebeu em audiência o representante da Universidade Federal da Paraíba, pró-reitor da PRAC, Orlando Villar, o representante do Movpaz/GOB, Alberto Cabral, o educador pela paz, Almir Laureano, a arquiteta Marília Franca, da BIT-Consultoria Educacional, o psicólogo Matheus Laureano, o professor Oswaldo Evaristo do Lions Club e UNEPI e o administrador Clerton Franca. O objetivo da reunião foi discutir a viabilização da construção do Museu Internacional da Paz, em João Pessoa. Continue lendo

Por Kamila Katrine/COEX

Marcus Vilar- servidor da COEX

Marcus Vilar- servidor da COEX

No dia 3 de agosto, aconteceu a cerimônia de premiação do Festival Curta Coremas. Entre os vencedores de várias categorias, cabe destacar o prêmio de melhor direção de ficção dada ao cineasta Marcus Vilar pelo curta “O Terceiro Velho”. Além de cineasta, Vilar é servidor na Coordenação de Extensão Cultural (COEX) da UFPB.

O Festival Curta Coremas ocorreu de 31 de julho a 3 de agosto, na cidade de Coremas. Dezenove filmes concorreram ao Festival, sendo distribuídos nas seguintes mostras: Mostra Panorama Brasil, Mostra Mãe D’agua e Mostra Rio Turbina . O curta “O Terceiro Velho” recebeu três premiações: melhor atriz para Kassandra Brandão; melhor som de ficção para Caio Gomes e CH Malves e melhor direção para Marcus Vilar.

“O Terceiro Velho” é adaptado do conto “O Terceiro Velho da Noite” do escritor Antônio Carlos Viana. Segundo o diretor Marcus Vilar, o filme busca abordar a sexualidade como reflexo de traumas e carências afetivas. O curta mostra a noite de uma prostituta e seu contato com três homens de idade avançada. Este contato, porém, caminha para o inesperado, despertando sentimentos como desejo, medo e solidão nos personagens.
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