1. Das Trevas à Luz
2. Sarau Poético
3. Oratório do Rio
4. Suite Bregal
1. Das Trevas à Luz
CORAL UNIVERSITÁRIO UNE VOZ E MOVIMENTOS CÊNICOS EM ESPETÁCULO
“Das Trevas à Luz marca início do período santo”
Mônica Nóbrega
O Coral Universitário Gazzi de Sá da UFPB entra em cena com mais uma edição do espetáculo “Das Trevas à Luz”, um trabalho realizado em parceria com os professores Eduardo Nóbrega (maestro titular); Eleonora Montenegro (diretora cênica); Antonio Carlos Coelho (coordenador musical) e João de Arimatéia (regente assistente).
Neste espetáculo participam cerca de 50 vozes que se misturam ao ator convidado Alberto Silva no papel de Jesus; além da participação cênica de alguns coralistas, como: - Mayra Montenegro (Maria); Ricardo Gomes (Judas); Onivaldo Júnior e Michel Lucena (Narradores); Gilson Figueiredo (Caifás); Marconi Bezerra (João Batista); Luciana Rabelo (Verônica); Paula Regina (Madalena); Salete Lelis (Mãe de Tiago e João); Eduardo Nóbrega Filho (Pedro); Arturo Gouveia (Sacerdote); Izabel de Sousa (mulher crente); Ramon Felipe (Tiago); Paulo Roberto e Thiago Souto (soldados). O grupo conta ainda com a participação do músico Yuri Ribeiro no teclado; além de solos de Eduardo Nóbrega Filho e Mayra Montenegro.
O repertório está assim composto:
IV TRACTUS Para o Sábado Santo (José Lobo Mesquita).
REQUIEM (Pe. José Maurício). Descanso eterno, dai-lhes Senhor.
KYRIE (Pe. José Maurício). Senhor, tende Piedade de nós.
CHRISTUS FACTUS EST (Igor Strawinsk). Cristo foi criado por nós e obediente, até a morte, aos desígnios do Pai.
DOMINE, TU MIHI LAVAS PEDES, (Tom K). Na última ceia, Jesus pôs-se a lavar os pés dos apóstolos e Pedro protestou: “Senhor, Tu me lavas os Pés?”.
IM MONTTI OLIVETI, (Tom K). Cristo, sentindo a fraqueza da carne, ora ao Pai para que afaste o cálice do sofrimento e, resignado, diz: “Faça-se a Tua vontade”.
JUDAS MERCATOR PESSIMUS, (Tom K). Judas trai o Mestre por trinta moedas, entregando-o com um beijo. Ele, como um “cordeiro inocente,” não nega o beijo a Judas. Por fim, Cristo sentencia: “Melhor seria se este homem não tivesse nascido”.
FELLE POTUS (Tom K). “Deram-lhe a beber vinho e fel”. A compaixão e a sabedoria das mulheres ao oferecer uma bebida inebriante em lugar de água, contrastam com o ato da crucificação.
Ó VÓS QUE PASSAIS – (Tom K)
TENEBRAE FACTAE SUNT(Tom K). Retrata os últimos instantes de Cristo na cruz. Solista: Eduardo Nóbrega Filho
SEPULTO DOMINO (Tom K). O senhor foi sepultado, rolaram uma pedra para fechar o túmulo e puseram guardas a vigiar.
STABAT MATER (Tom K). Outra meditação que enfoca o sofrimento de Nossa Senhora das Dores, lacrimosa e ao pé da cruz, assistindo a toda agonia de seu Filho Amado.
ALELUIA (Tom K). Alegria, O Senhor ressuscitou.
topo
2. Sarau Poético
" A lua se revela na imensidão do mar, tão bela, seu véu de brilho errante, insufla coração do amante, em brasa o meu peito dilacera, minha ânsia se avoluma minha alma desespera".
Espetáculo que retrata a magia e a beleza, da lua, contendo composições de Villa Lobos - Livardo Alves - Tom K - e Sivuca. Todas as composições falam de forma diferente da beleza da lua.
FICHA TÉCNICA.
Maestro - Eduardo Nóbrega
Composição e arranjo. - Tom K
Roteiro e Direção Cênica - Eleonora Montenegro.
Técnica Vocal - Ana Catarina Coelho
Correpetição - Yuri Ribeiro
Músicos:
Teclado - Yuri Ribeiro
Violão Michel Lucena
Baixolão - Carla Santos
Trompete - Rogério Borges
Clarineta - João Leite.
topo
3. Oratório do Rio
Este espetáculo faz parte de um novo momento. Uma experiência que nasceu da intenção de musicar os poemas de Hildeberto Barbosa Filho (escritor, poeta e professor do Departamento de Comunicação da UFPB). A esta solicitação, atendeu TOM K (compositor, Maestro e professor do Departamento de Artes), dedicando-nos a sua inspirada composição e arranjo do poema “ÓRATÓRIO DO RIO”. A intenção se completou, então, com a direção cênica, com o desaguar das imagens rebuscadas por Eleonora Montenegro (dramaturga, atriz, diretora teatral e também professora do Departamento de Artes da Nossa Universidade). O poema traça uma relação do rio , desde o seu nascimento com o homem.
Esta experiência bem sucedida foi levada ao XVIII Festival Nacional de Sergipe em outubro de 2002, ao II Encontro Nacional de Coros do Recife em novembro de 2002, além de concertos no Teatro Ariano Suassuna (João Pessoa) na cidade do Recife e na cidade de Londrina no Festival Internacional de Londrina.
FICHA TÉCNICA.
Maestro - Eduardo Nóbrega
Música - Tom K
Arr. Tom K
Poema - Hideberto Barbosa
Roteiro e Direção Cênica - Eleonora Montenegro
Téc. Vocal -Ericka Kalina
Teclado - Yury Ribeiro
Violão - Michel Lucena
Baixolão - Carla santos
Clarineta - João Leite>
topo
4. Suite Bregal
O Espetáculo “Suíte Bregal” foi montado com o objetivo de desmistificar a música Brega como música de segunda qualidade e que não poderá ser executada por um coral. Neste espetáculo o cenário é um cabaré onde as cenas se desenvolvem em perfeita consonância com as músicas de autoria do prof. João de Arimatéia. Este espetáculo foi apresentado no festival Internacional de Londrina onde teve uma aceitação inacreditável. O espetáculo se desenvolve dentro de uma leveza e seriedade que não deixa margens para segundas intenções da Platéia.
FICHA TÉCNICA
Direção e regência – Eduardo Nóbrega
Coordenação Musical e Arranjo – Tom k
Composição João de Arimateia
Roteiro e Direção Cênica – Eleonora Montenegro
Técnica Vocal – Ana Catarina leão Coelho
Teclado Yuri Ribeiro
Violão – Michel Lucena
Baixolão - Carla Santos
Trompete – Rogério Borges
Sax – João leite
Bateria – Denis.
topo
|