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Historicamente, no Brasil, sempre foram realizados projetos de extensão voltados para comunidades carentes, a exemplo do PROJETO RONDON, CRUTAC, UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA, entre outros. Porém, as atividades eram desenvolvidas, geralmente, sob uma visão assistencialista. Nos últimos anos, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) tem se apresentado no cenário brasileiro como uma instituição de ensino superior que busca, por meio da extensão, caminhos e possibilidades para desenvolver programas de promoção social capazes de transformar a realidade política e social das comunidades, investindo no controle e inclusão social.
Nesse contexto, o Estágio Nacional de Extensão em Comunidades (ENEC) surge com a proposta de buscar alternativas de inclusão social das classes subalternas, onde estudantes de diversas áreas, através de estágios curriculares e extracurriculares, se colocam junto às comunidades na busca de identificar os problemas existentes e construírem coletivamente formas e estratégias de solução para os mesmos.
Em contrapartida, busca-se favorecer a melhoria da qualidade de ensino oferecido aos estudantes no âmbito da universidade, colocando-os frente às demandas sociais, que pouco são discutidas no meio acadêmico. Busca-se novas formas de aprendizado para os estudantes interessados em aprender as relações existentes entre o ensino, a pesquisa e a extensão.
Desde seu surgimento em 2004, o ENEC, no âmbito da UFPB, tem desenvolvido ações em diversas comunidades do estado, norteando-se pela Metodologia do Trabalho de Extensão de Mobilização Coletiva e Individual (Met-MOCI), com a finalidade de propiciar a inserção de universitários na realidade social predominante no país, promovendo uma interação dos saberes popular e científico, instrumento fundamental para a transformação social.
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