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O Programa Interdisciplinar de Ação Comunitária (PIAC) foi criado em junho de 1990, com o objetivo de realizar ações em comunidades, articulando diversas áreas do conhecimento. Em suas intervenções, o programa leva em conta a cultura local, o acesso a informação e os meios de produção, considerando o homem enquanto produtor de riquezas, cujo exercício da cidadania é fruto da sua ação global, devidamente contextualizado no meio em que vive.
Com essa perspectiva, iniciou suas atividades, atingindo primeiramente a comunidade Monsenhor Magno, com acompanhamentos na área social, cultural, educacional, produtiva e de Saúde. Estas ações tiveram a participação de dezesseis bolsistas dos cursos de Serviço Social, Pedagogia, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Medicina, Enfermagem e Nutrição.
Devido ao êxito da experiência do PIAC na comunidade Monsenhor Magno, em 1991, suas ações se estenderam para as comunidades da Praia da Penha e da Reserva Indígena da Baía da Traição.
No ano seguinte (1992), o PIAC inicia atividades no município de Cruz do Espírito Santo, na perspectiva de discutir a reforma agrária naquele município. Durante os três anos seguintes, o programa fortaleceu a proposta de estágios de vivência em comunidades e consolidou a idéia da reforma agrária, culminando na desapropriação de 6000 hectares, constituindo-se no maior programa de reforma agrária da Paraíba, coordenado pelo MST e pela CPT.
Nos anos que se suscederam, o programa ampliou-se para as demais regiões do Estado da Paraíba, exceto o Curimataú. Atualmente, o PIAC desenvolve suas ações junto ao Programa Fome Zero, do Governo Federal, e ao projeto CONSAD – Litoral Norte, envolvendo os municípios de Mamanguape, Rio Tinto, Marcação, Baía da Traição, Lucena, Mataraca, Jacaraú, Pedro Régis, Araçagi, Curau de Cima, Itapororoca, Capim e Cuité de Mamanguape. Acontecem ações do programa também nos municípios de Taperoá, Itaporanga e Bonito de Santa Fé, além de Gloria de Goitá, no Estado de Pernambuco.
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